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	<title>Felippe Senne &#187; clubtronic</title>
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	<description>produtor . compositor . DJ . live pa . house . tech house . progressive house . club music . ableton live 8</description>
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		<title>Perfil: DJ Joe K</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 22:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felippe Senne</dc:creator>
				<category><![CDATA[DJs e Produtores]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[97 fm]]></category>
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<p>Essa é mais uma entrevista da série &#8220;Perfil&#8221;, e dessa vez tive a oportunidade de entrevistar um dos DJs e produtores musicais mais bem sucedidos e ativos do Brasil: o paulista <strong>Joe K</strong>!</p>
<p>Ele falou sobre o início da sua carreira, setup de estúdio, inspirações, sua relação com a Building Records e também o que conquistar o Top #1 do Beatport refletiu em sua carreira.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1692" title="dj-joe-k" src="http://www.felippesenne.com/wp-content/uploads/2010/07/dj-joe-k.jpg" alt="" width="600" height="517" /></p>
<p>PERFIL:<strong> DJ JOE K</strong></p>
<p><strong>Nome, naturalidade e aonde mora atualmente?</strong><br />
Jose Renato Kaplan, vulgo Joe K. Natural de Sorocaba (interior de SP), mas morando atualmente em São Paulo.</p>
<p><strong>O que veio antes: o DJ ou o produtor? Como você começou a fazer música eletrônica?</strong><br />
Primeiro DJ, comecei a tocar profissionalmente em 1999, mas desde o início quis entender como era feita a música, os timbres “eletrônicos”, etc. Entao foi um pulo pra começar com a produção. Meu primeiro release foi a “Salvador” que saiu em 2004, logo de cara foi lançada na França pela Congos do Antoine Clamaran e na Espanha pela Tribal Spain do Jesse Garcia.</p>
<p><strong>Como é o seu processo criativo de composição de uma nova track? Começa pela bateria/percussão, bass ou pelos synths?</strong><br />
Cada track é uma história diferente, não sigo uma fórmula muito definida, depende muito da inspiração e do que busco na track. Às vezes primeiro sai um groove e em cima disso crio o resto da música, ou se for algo mais melódico é normal começar trabalhando os synths e depois encaixar a bateria.</p>
<p><strong>Quais são suas principais influências e inspirações musicais?</strong><br />
Escuto absolutamente de tudo! Tento absorver o melhor de cada lado.</p>
<p><strong>Qual é seu setup de estúdio?</strong><br />
COMPUTADOR: MacPro Quadcore, Macbook<br />
HARDWARE/CONTROLADORES: Motu 828, Lexicon PCM81, Avalon 737 Tube<br />
DAW: Live e Logic<br />
SYNTH: milhares de VSTis<br />
EFEITOS/PROCESSADORES: Waves, PSP</p>
<p><strong>Você vive 100% de música e DJing ou possui outras atividades?</strong><br />
Vivo 100% de música. Além de DJ, trabalho na Building Records, sou produtor musical, cuido do conteúdo digital da gravadora (distribuição para lojas online, operadoras de celular, etc) e da masterização de todos os CDs lançados.</p>
<p><strong>Você participa do Clubtronic, um dos principais programas da rádio Energia 97 FM, no dias de hoje estar numa rádio ainda ajuda na carreira de um DJ?</strong><br />
Ajuda sim, a rádio possibilita mostrar meu trabalho toda semana para milhares de pessoas que não poderiam estar me ouvindo ao vivo em uma gig. Mesmo sendo baseada em SP a 97 tem uma audiência muito boa em todo o Brasil pela internet, recebo um feedback enorme toda semana. É um ótimo canal para divulgar novas tracks e remixes.</p>
<p><strong>O que o Top #1 geral do Beatport, que você alcançou com sua versão de &#8220;Born Slippy&#8221;, causou na sua carreira?</strong><br />
Acho que deu um &#8220;boom&#8221; no meu nome, deixou de ser uma coisa mais segmentada e passei a ser conhecido pelo público em geral. Já tive o prazer de viajar o Brasil praticamente inteiro, toquei em 22 estados do Brasil, só faltam 5 pra completar o mapa! Sem contar o reconhecimento fora do país também. A track foi licenciada em 30 países por gravadoras como a Ministry of Sound e EMI. Toquei na Europa, EUA, América do Sul. Até hoje sou muito lembrado pela Born Slippy e ainda me pedem para tocar o remix.</p>
<p><strong>Todos os seus trabalhos são lançados pela Building Records, uma das maiores gravadoras de dance music do Brasil (com reconhecimento internacional), como é sua relação com a gravadora e de que forma ela ajuda no sucesso dos seus releases?</strong><br />
Trabalho na Building, então a relação é bem estreita. A gravadora tem como ponto forte a divulgação, tanto para os DJs quanto para Rádio e TV, além de garantir o lançamento digital e em todas as principais compilações lançadas no Brasil. Tambem têm as parcerias com diversas gravadoras do exterior e toda a assessoria que me dé em termos de edição, publicação, contratos e etc. Provavelmente eu não conseguiria o mesmo volume de divulgação se estivesse trabalhando sozinho ou em um label menor. Mesmo com a Building sempre focando mais no lado comercial/mainstream, consegui uma abertura para trabalhar o som que eu faço e acredito.</p>
<blockquote><p>O blog do Felippe Senne é leitura obrigatória pra quem curte música. Parabéns Felippe pelo trabalho e obrigado por sempre apoiar os produtores nacionais!</p></blockquote>
<p>Quem quiser conhecer mais o trabalho do Joe K e acompanhar as suas novidades, basta seguí-lo no Twitter: <a href="http://twitter.com/djjoek" target="_blank">www.twitter.com/djjoek</a></p>
<p><em>Você já viu o Joe K tocando? Conhece as tracks dele? Comenta aí!</em></p>
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