Acabei de ler um post muito interessante no blog do Ilan Kriger sobre o cenário das Agências de DJs.
Lá ele fala sobre o que uma agência de DJs teoricamente faz, sobre o que você deve fazer para abrir sua própria agência em parceria com outros artistas e sobre o caso de sucesso do DJ Leozinho, que foi agenciado pela Hypno (atual 3plus).

Acho muito interessante o caso do DJ Leozinho, que no início da sua carreira agenciado encarava longas viagens de ônibus para o eixo Rio-São Paulo, e tocava por cachês simbólicos, com o intuito de não criar barreiras para se divulgar num novo mercado! Eu concordo plenamente com esta forma de trabalhar.
Confira aqui o post completo no blog do Ilan Kriger: http://www.ilankriger.net/tutorial/tudo-o-que-voce-queria-saber-mas-tinha-vergonha-de-perguntar-sobre-agencias-de-dj/
Eu como contratante já constatei que algumas agência HIPERFATURAM o cachê de certos artistas, principalmente os internacionais. Há umas semanas recebi um mailing divulgando um artista de Deep House internacional, e me foi cobrado R$5.000,00 + share aéreo + hospedagem, sendo que ele é completamente desconhecido aqui no Rio e não lançou nehuma track famosa, e já se encontrava no Brasil, de bobeira. Acho que nesse ponto é ruim pro artista, pois se cria uma barreira financeira numa oportunidade de se divulgar numa grande cidade.
Por exemplo: o Coyu, grande produtor espanhol de Tech House, autor de tracks como “El Baile Aleman”, entrou em contato comigo via Soundcloud e ofereceu de tocar aqui no Rio pelo cachê de 800 euros. Achei um valor tranquilo para o que ele tem de reconhecimento no cenário underground mundial. Logicamente teria o custo de passagem aérea e hospedagem, mas mesmo assim vale a pena, pois poderia rachar esse custo com mais um ou dois contratantes de outras cidades que poderiam surgir. Essa é uma hora que o contato direto sem agência fica mais interessante pro artista, sem inflacionamentos/barreiras de cachê.
Cada caso é um caso, o certo é que não acontece milagre hoje em dia na sua carreira como artista/DJ, largando tudo na mão de uma agência. A agência funciona mais pra aliviar a parte burocrática e dar uma certa ajuda na sua carreira.
Qual é sua experiência com agências? Deixe seu relato.
Autor:
Data: 23 de novembro de 2009
Categorias: Mercado, Polêmica
Tags: agencia, dj.
Agencia funciona bem para alguns artistas…Nao sao todos que se dao bem agenciados. Vc entra numa 3plus por exemplo, e sao alguns que realmente se destacam…Mas tá errado?!? Mérito deles!!!
Cada um tem uma coisa que se destaca…Já foi a época (infelizmente) que o dj é contatado pelo seu talento apenas. Parte estética, carisma, bom relacionamento está contando muito, e quem não se adaptar a isso, pode ficar na geladeira…E pior, nem agência dá jeito…
As coisas mudam, e cabe a galera se adaptar a isso tambem…
Oi Felippe,
Trabalho com o DJ Tuneca, residente da Ilha de Itanhangá – Angra dos Reis. Não sou agencia mas faço de tudo pra que ele fique em evidência porque sei que ele é um excelente artista, toca um house chic, fino, elegante. Tem boa entrada com formadores de opnião. Alem de tudo é uma pessoa fantástica. Acho válido ter agência sim, desde que esta se empenhe em valorizar seus artistas. Grande Bjo!
Obs.: Sou promoter da Ilha de Itanhangá tb. Contato: (24)7834-6029 ID 98648*1