Tive o grande prazer de fazer uma entrevista exclusiva com o empreendedor Sandro Horta, DJ e sócio/manager da agência DJcom, uma das mais profissionais e bem sucedidas agências de DJs nacionais e internacionais em atividade no Brasil.

Tenho certeza que essa foi uma das melhores entrevistas até o momento que fiz no meu blog, o Sandro falou do início da sua carreira no mundo da música eletrônica, tanto como DJ quanto como empresário, e também mostrou um pouquinho do caminho das pedras para todos os DJs e artistas da emusic que sonham em se profissionalizar e participar de uma agência de DJs séria e competente, como a DJcom.
Leia a entrevista na íntegra, vale a pena!

PERFIL: SANDRO HORTA (DJ e manager da agência DJcom)
Como você começou no mundo da música eletrônica e dos DJs?
Abri um bar em 95 (quando eu tinha uns 25 anos) e ele fez muito sucesso, tanto que o ampliei, fazendo uma pistinha pra galera dançar. Na época havia um dj residente que comandavam a cabine a noite toda e eu simplesmente ficava todas as noites, a noite inteira na cabine vendo ele tocar – este DJ foi fudamental na descoberta da minha paixão pela música, além de ter sido meu padrinho de casamento e um grande amigo até hoje. Depois de algum tempo o meu bar faliu e eu voltei a minha profissão original de gerente comercial de informática. Sentia falta da noite, até que em 2002 um outro amigo me convidou pra ser residente do lounge do club dele e eu deveria tocar todos os estilos até a pista eletrônica abrir. Essa foi minha primeira experiência como DJ, mas oficialmente acho que comecei no mundo dos DJs em 2004 quando fiz a primeira turma de Djs da escola Aimec (da qual inclusive virei um dos sócios, de 2005 a 2009).
Sei que você começou a discotecar já aos 30 e poucos anos, diferente da DJzada que normalmente começa na adolescência em festinhas e “blablabla”. Você sofreu algum tipo de preconceito em relação a isso?
Com relação à minha idade não. O que eu sofri foi o preconceito dos DJs que tocavam com vinyl. Pela época que ingressei na carreira, já comecei discotecando com CDs e me lembro que bem no começo um DJ falou bem alto (pra eu escutar naturalmente) como ele achava um absurdo uma pessoa gravar alguns CDs e ser chamada de DJ. Me lembro que existiam fóruns com discussões gigantescas do vinyl x CD. E eu, como DJ de CDs, sofria o preconceito por isso. Mas passou e se me arrependo de algo, foi de ter me descoberto tão tarde.
Além de discotecar você comanda a DJcom, uma das mais bem sucedidades agências de DJs e artistas da música eletrônica em atividade no Brasil, como isso tudo começou?
Agradeço as palavras e tentarei resumir. Em 2005 eu quis dar uma reviravolta na minha vida. Pedi demissão do meu trabalho e fui captar patrocínios para shows na CWB Brasil (empresa com mais de 10 anos na realização de grandes eventos como shows de Joss Stone, Julio Iglesias, Roberto Carlos, Black Eyed Peas etc.. e que é sócia da DJcom). Seis meses depois, um amigo DJ me convidou pra ser sócio numa festa em Balneário Camboriú. Foi um sucesso. Resolvermos fazer mais uma, dessa vez em Curitiba, mas a contratação do gringo que iria tocar foi traumática! Aí eu percebi que poderia fazer isso com mais profissionalismo. E foi assim que comecei. Me lembro que trouxe uns 2 meses depois o Johnny Fiasco e logo em seguida o Kaskade, cujas músicas eu amava mas era pouco conhecido ainda.
Um dos agenciados da DJcom é o projeto Hands Up, que mistura DJ e percussão ao vivo, contando a agenda mais cheia entre os artistas da dance music do Brasil. Como foi o início do trabalho com a dupla, e a que você atribui esse incrível sucesso?
O Ber (DJ) quando começou a tocar com o Gutto (percussionista) sempre me convidava pra assisti-los na Liqüe, casa que os apadrinhou. Porém, eu sempre estava viajando e na verdade, a DJcom só agenciava artistas internacionais e o projeto de live vocal chamado Vácuo. Mas em agosto do ano passado eu sentia a falta de ter mais nomes nacionais, além de perceber a enorme ebulição de talentos no Brasil. Trabalhar só com gringos é loucura. É um negócio mto volátil. Nacionalizar foi a melhor decisão.
O sucesso do Hands Up se deve há vários fatores: carisma, som acessível na medida certa, a união do DJ com a percussão e ao primeiro manager que eles tiveram (que é hoje meu sócio neste projeto) o Felipe Fernandes, que possuía o networking necessário pra que o Hands Up começasse a tocar em vários lugares. Os meninos estavam prontos. Só tivemos que usar nossa rede de contatos e pedir para os nossos parceiros que dessem uma oportunidade. Como eles são realmente muito bons, dificilmente tocam uma só vez no mesmo local, fechando várias gigs de uma só vez e conquistando o público que pedem pra eles voltarem. Resultado: em abril já tínhamos vendido todas as sextas e sábados do ano de 2010.
Qual é a filosofia da agência em relação ao casting? Qual a vantagem de ser agenciado? Prefere trabalhar sempre com os mesmos artistas/DJs ou está sempre de olho em novos talentos para expandir o casting?
Gostamos de artista que tenha presença de palco, flexibilidade para tocar um som mais comercial, possua bom caráter e que realmente queira trabalhar muito. Além disso, ele tem que estar preocupado em começar a produzir e deve se relacionar com todos: Djs, produtores e amigos em geral. Networking é fundamental.
As vantagens de ser agenciado são inúmeras. Mas há uma distorção quanto a elas. Sempre há DJs que me abordam dizendo que precisam de uma agência pra cuidar da venda, contratos e logística. Oras, se você quer uma agência só pra isso, contrate um amigo pra ficar no telefone recebendo ligações, preenchendo contratos e comprando passagens. Te garanto que você vai gastar menos do que o percentual que irá pagar pra agência. Uma agência deve fazer muito mais: auxiliar no caminho a ser tomado, nas mídias que devem ser utilizadas, no posicionamento com os formadores de opinião e logicamente usar o seu poder pra venda e inserir o artista nos principais clubs e eventos do país. Eu acho que a agência é realmente um sócio e o principal parceiro de um DJ. Portanto, procuro manter o nível de crescimento do casting equivalente ao do pessoal que tenho para assisti-lo.
Quais são os diferenciais de um artista ou DJ, que pode fazer com que você convide-o a fazer parte do casting da DJcom?
Eu gosto do artista que trabalha com prazer, trasmitindo alegria no jeito de se apresentar e na sua música – é o maior diferencial que pode ser apresentado. Acho fundamental que ele tente se relacionar com diversos públicos. Ele não precisa ser palhaço ou tocar 100 instrumentos na sua performance, mas que ele faça de cada gig a melhor de todas. No mundo da música de hoje, não existe segunda chance.
Em relação aos contratantes, o que os promoters e/ou donos de clubs estão procurando hoje em dia em relação ao DJ, tipo de som, etc?
Acho que eles querem o resumo do que eu citei acima. Djs que façam uma celebração toda vez que se apresentam. Eles querem alguém que sorria, que toque com técnica mas que apresente um som feliz. Os donos de clubs não me parecem gostar de testar muito. Se você consegue fazer uma boa apresentação, a sua chance de voltar várias vezes e acabar sendo conhecido na região onde o club fica é bem grande. E esse é o primeiro passo. Quanto ao som, o mundo é comercial e sempre será. O Dj deve mesclar som novo com músicas que todos gostam. No show do U2, por exemplo, você gostaria de escutar a frase “olá pessoal, hoje a gente vai tocar nosso novo disco”?
Você acredita que o trabalho musical caminha lado a lado com um trabalho de pré-produção do artista/DJ (releases, fotos bem produzidas, vídeos promocionais, etc)?
Dizem que a galinha canta porque precisa avisar que botou ovo. E ela está certa, afinal deu muito trabalho. Não adianta ser o melhor artista do mundo se ninguém souber disso, certo? E é por isso que eu falei no começo que a agência deve ajudar nisso sim. Pegue qualquer grande DJ no mundo e você verá que existe um staff gigantesco atrás dele. A grande maioria possui dois tipos de managers: o responsável pelos bookings e o que cuida da sua carreira ligada a produções, remix e marketing. Conheço histórias de artistas que não se apresentaram porque não expuseram o nome dele no evento da maneira que o assessor tinha proposto. Marketing é quase tudo nesse nosso mundo digital, só não sobrepõe o talento.
Você trabalha com vários top DJs internacionais, como isso começou e quais artistas você pretende trazer pro Brasil em breve?
Sou sincero. Quando eu comecei a Djcom, os grandes nomes já possuíam representantes no Brasil, e eu tenho que respeitar isso. Nunca fui “comprar” um gringo pra trocar sua agência pela minha, porque se você faz isso, automaticamente está dando o direito de outro fazer o mesmo com você. Eu tento procurar DJs que possam se transformar em grandes nomes – e é por isso que eu viajo 5 vezes ao ano pra fora do país e tento escutar produtores brasileiros. O Kaskade foi um caso de DJ que cresceu comigo, e o EDX, que esteve aqui na semana passada, também me surpreendeu. Tenho certeza de que vai estourar nos próximos 2 anos ou menos.
Podemos esperar algum projeto especial da DJcom pro futuro?
Estou contratando um novo colaborador que terá um só objetivo: assessorar os nossos DJs nas suas produções. Contatos com selos, ajuda na divulgação para outros djs, sites e etc … Gostaria muito de ser útil para os meus artistas neste segmento também. Sobre novos projetos, temos novidades a caminho sim, mas não posso contar!
Te sigo no Twitter e vejo que você possui uma rotina louca de DJ, manager, empresário, caça-talentos, sem contar as viagens por todo o Brasil semanalmente. Mesmo com tudo isso ainda sobra algum tempinho só pra você? O que você faz quando quer se “desligar” de tudo isso e relaxar?
É muito corrido, e eu espero que seja cada vez mais. Se você me conhecer melhor, vai reparar que eu sou tranqüilo neste quesito. Tenho a sorte de fazer o que eu amo e nunca vou reclamar da minha vida Eu adoro viajar e conhecer novas pessoas, lugares e ter novas experiências. Quando estou sozinho gosto de três coisas: música, livros e filmes. E isso, posso ter durante o vôo também. Tenho que saber otimizar o meu tempo e já aprendi a fazer isso, graças a Deus!
“Obrigado pela oportunidade. Procure o que você ama. Nem que demore a sua vida toda. Quando você chegar lá, vai ver que valeu a pena.” – Sandro Horta
Conheça mais sobre o trabalho do Sandro Horta:
www.djcom.com.br
www.soundcloud.com/sandrohorta
www.sandrohorta.com.br
www.housebeach.com.br
Valeu Sandro pela entrevista, tenho certeza que vai abrir a cabeça de muitos DJs e artistas novos no mercado da música eletrônica brasileira!
Já conhecia o trabalho do Sandro Horta e da sua agência DJcom? Tem alguma pergunta pra ele? Deixe um comentário.
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Categoria: DJs e Produtores, Entrevistas, Mercado
Tags: agencia, agenciado, caminho, como ser, djcom, hands up, sandro horta, segredo, sucesso.
Essa é mais uma entrevista da série “Perfil”, e dessa vez tive a oportunidade de entrevistar um dos DJs e produtores musicais mais bem sucedidos e ativos do Brasil: o paulista Joe K!
Ele falou sobre o início da sua carreira, setup de estúdio, inspirações, sua relação com a Building Records e também o que conquistar o Top #1 do Beatport refletiu em sua carreira.

PERFIL: DJ JOE K
Nome, naturalidade e aonde mora atualmente?
Jose Renato Kaplan, vulgo Joe K. Natural de Sorocaba (interior de SP), mas morando atualmente em São Paulo.
O que veio antes: o DJ ou o produtor? Como você começou a fazer música eletrônica?
Primeiro DJ, comecei a tocar profissionalmente em 1999, mas desde o início quis entender como era feita a música, os timbres “eletrônicos”, etc. Entao foi um pulo pra começar com a produção. Meu primeiro release foi a “Salvador” que saiu em 2004, logo de cara foi lançada na França pela Congos do Antoine Clamaran e na Espanha pela Tribal Spain do Jesse Garcia.
Como é o seu processo criativo de composição de uma nova track? Começa pela bateria/percussão, bass ou pelos synths?
Cada track é uma história diferente, não sigo uma fórmula muito definida, depende muito da inspiração e do que busco na track. Às vezes primeiro sai um groove e em cima disso crio o resto da música, ou se for algo mais melódico é normal começar trabalhando os synths e depois encaixar a bateria.
Quais são suas principais influências e inspirações musicais?
Escuto absolutamente de tudo! Tento absorver o melhor de cada lado.
Qual é seu setup de estúdio?
COMPUTADOR: MacPro Quadcore, Macbook
HARDWARE/CONTROLADORES: Motu 828, Lexicon PCM81, Avalon 737 Tube
DAW: Live e Logic
SYNTH: milhares de VSTis
EFEITOS/PROCESSADORES: Waves, PSP
Você vive 100% de música e DJing ou possui outras atividades?
Vivo 100% de música. Além de DJ, trabalho na Building Records, sou produtor musical, cuido do conteúdo digital da gravadora (distribuição para lojas online, operadoras de celular, etc) e da masterização de todos os CDs lançados.
Você participa do Clubtronic, um dos principais programas da rádio Energia 97 FM, no dias de hoje estar numa rádio ainda ajuda na carreira de um DJ?
Ajuda sim, a rádio possibilita mostrar meu trabalho toda semana para milhares de pessoas que não poderiam estar me ouvindo ao vivo em uma gig. Mesmo sendo baseada em SP a 97 tem uma audiência muito boa em todo o Brasil pela internet, recebo um feedback enorme toda semana. É um ótimo canal para divulgar novas tracks e remixes.
O que o Top #1 geral do Beatport, que você alcançou com sua versão de “Born Slippy”, causou na sua carreira?
Acho que deu um “boom” no meu nome, deixou de ser uma coisa mais segmentada e passei a ser conhecido pelo público em geral. Já tive o prazer de viajar o Brasil praticamente inteiro, toquei em 22 estados do Brasil, só faltam 5 pra completar o mapa! Sem contar o reconhecimento fora do país também. A track foi licenciada em 30 países por gravadoras como a Ministry of Sound e EMI. Toquei na Europa, EUA, América do Sul. Até hoje sou muito lembrado pela Born Slippy e ainda me pedem para tocar o remix.
Todos os seus trabalhos são lançados pela Building Records, uma das maiores gravadoras de dance music do Brasil (com reconhecimento internacional), como é sua relação com a gravadora e de que forma ela ajuda no sucesso dos seus releases?
Trabalho na Building, então a relação é bem estreita. A gravadora tem como ponto forte a divulgação, tanto para os DJs quanto para Rádio e TV, além de garantir o lançamento digital e em todas as principais compilações lançadas no Brasil. Tambem têm as parcerias com diversas gravadoras do exterior e toda a assessoria que me dé em termos de edição, publicação, contratos e etc. Provavelmente eu não conseguiria o mesmo volume de divulgação se estivesse trabalhando sozinho ou em um label menor. Mesmo com a Building sempre focando mais no lado comercial/mainstream, consegui uma abertura para trabalhar o som que eu faço e acredito.
O blog do Felippe Senne é leitura obrigatória pra quem curte música. Parabéns Felippe pelo trabalho e obrigado por sempre apoiar os produtores nacionais!
Quem quiser conhecer mais o trabalho do Joe K e acompanhar as suas novidades, basta seguí-lo no Twitter: www.twitter.com/djjoek
Você já viu o Joe K tocando? Conhece as tracks dele? Comenta aí!
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Categoria: DJs e Produtores, Entrevistas
Tags: 97 fm, beatport, born slippy, building records, clubtronic, dj joe k, energia, entrevista.
Já está nas bancas a nova edição da revista House Mag com o especial “A nova cara da música brasileira na internet” da coluna Technoaudio do Ilan Kriger, e eu tive o imenso prazer e felicidade de fazer parte da seleção dos principais blogs de informação sobre música eletrônica do Brasil!

Para ler a matéria na íntegra clique aqui.
Confira os ótimos blogs que fizeram parte da matéria, eu sou leitor de praticamente todos e recomendo:
Fica registrado meu agradecimento ao Ilan pela citação do meu blog, e agradeço também a todo mundo que participa e ajuda a divulgá-lo!
E tem mais: a House Mag vai comemorar seu aniversário no evento Winter Music Festival no Green Valley, quem tiver a oportunidade de comparecer à festa não vai se arrepender, mais informações você encontra aqui.
Você já conhecia os outros blogs? Quais são seus favoritos? Comente!
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Categoria: DJs e Produtores, Entrevistas, Mercado
Tags: blogs, brasileira, emusic, green valley, house mag, nova cara, winter music festival.
Em cada edição da revista Future Music é feita uma entrevista no estúdio de algum produtor musical de sucesso, e na edição 224 o escolhido foi Thomas Gold, famoso por vários remixes bombados, como o da faixa “Delerium – Silence”.
Pra ficar melhor os vídeos estão sendo postados na íntegra no canal da FM no Youtube, confira na íntegra a entrevista com Thomas Gold:
Gostei muito da dica de usar o compressor multibanda sem comprimir os graves e subgraves, desligando a compressão dessa banda, dessa forma você comprime a track mas não destrói o punch/dinâmica do Kick e Baixo, elementos fundamentais da dance music.
Inscreva-se já no canal da Future Music no Youtube:
http://www.youtube.com/user/FutureMusicMagazine
Inscreva-se também no meu canal e assista aos meus vídeos em primeira mão:
http://www.youtube.com/user/felippesenne
Outro vídeo legal que já está no canal da FM é a entrevista com Mason, do hit “Exceeder”, vale a pena conferir.
Você conhece outros canais interessantes no Youtube? Deixe um comentário.
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Categoria: DJs e Produtores, Entrevistas, Software, Hardware e Plugins, Tutoriais, Vídeos
Tags: dicas, entrevista, estúdio, future music, logic pro, produção, thomas gold, youtube.
Eu curto muito assistir vídeos de outros produtores musicais, principalmente os mais bem sucedidos, e recentemente dando minhas navegadas encontrei vídeos com dois produtores extremamente bem sucedidos no mercado: o mega remixer americano Dave Audé e o super produtor de pop/rock brasileiro Rick Bonadio.
Confira a entrevista com Dave Audé, um dos remixers mais tocados nas rádios e pistas mainstream do mundo inteiro, indicado recentemente ao Grammy e responsável pelos remixes oficiais de nomes como U2, Coldplay, Madonna, Lady GaGa, Britney Spears e muito mais:
O vídeo do Rick Bonadio, o qual descobri pela indicação do Didjo e Ilan Kriger, é ainda mais interessante: ele mostra por completo todo o processo de mixagem de uma faixa dos Titãs, trabalhando no seu muito bem equipado estúdio Midas:
Pra assistir a continuação acesse: http://www.youtube.com/user/midasmusicrecords
Legal, né? Dá vontade de trabalhar e estudar mais e mais pra chegar nesse nível de qualidade e profissionalismo.
Você conhece outros vídeos legais de top produtores? Deixe o link nos comentários.
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Categoria: DJs e Produtores, Entrevistas, Mercado, Vídeos
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