Essa é uma dica de masterização muito importante que eu já li em diversos artigos: ao fazer a versão de sua track pra tocas nas rádios, o famoso radio edit ou radio version, diminua o nível de compressão na sua masterização.

Por que? Todas as rádios profissionais possuem compressores e limiters no seu output, para que a diferença de volume médio entre cada faixa não seja muito grande… imagina só uma estação de rádio que a cada música você precisa ajeitar o volume no seu aparelho? Ía ser um saco, né?
Por isso que você tem que pegar leve na compressão dos seus radio edits, caso pretenda lançá-las para tocar em algum programa de rádio.
Se você reparar nos programas de rádio de DJs, normalmente as tracks ficam com menos “punch”, o Kick não bate tão forte quanto no seu som de casa… isso é resultado da compressão extra da estação de rádio.
Fica aí a dica, se tiver algum profissional de rádio frequentando o blog e que queira dar dicas, é só deixar um comentário.
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Categoria: Tutoriais
Tags: dica, edit, masterização, radio, version.
Sábado, dia 27 de fevereiro de 2010, tive o prazer de fazer o warm up pro Ian Carey, autor do mega hit “Keep On Rising” e um dos superstars da House Music mundial, no Club Six, um dos maiores clubs mainstream do Rio de Janeiro!

Veja o vídeo de um trechinho do meu set:
Gravei o set ao vivo, você pode ouvir e baixar pelo player abaixo:
Felippe Senne @ Club Six | Warm Up for Ian Carey by Felippe Senne
Mais um ótimo evento! Agradeço ao meu irmão/manager/empresário/amigo Bruno Malta e aos promoters Diogo da Almanaque Produções e Piluso da Riolounge pelo convite e oportunidade!
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Categoria: Download, Sets mixados, Vídeos
Tags: ao vivo, club six, felippe senne, ian carey, set mixado.
O polêmico post que fiz sobre os gringos bombando no Beatport com a “nossa música” rendeu um debate gigante, inclusive se espalhou no Orkut, rraurl, no site do Ilan Kriger, Twitter e mais.

Recebi um feedback muito bom de DJs e produtores que se mostraram animados pra agitar a cena nacional com música influenciada pela nossa cultura, porém alguma pessoas entenderam mal a mensagem, talvez por culpa minha por não me expressar de uma forma bem explícita, e alguns acharam que eu estava pregando que todo brasileiro SÓ tem que fazer emusic com tempero nacional ou remixando “sambinhas”.
Não é nada disso, e aproveitando o gancho venho aqui mostrar uma faixa incrível do duo Rockeed, com tempero nacional, influências minimalistas internacionais e super bem produzida… um som que é facilmente assimilável pelo nosso público, sem precisar ser um sambinha cafona remixado.
O videoclipe da faixa é um show a parte, mostrando que mesmo com um baixo orçamento é possível ter resultado excelentes, confira aí a faixa “Ctrl Alt Del”, com vocal de Larissa Fontana:
Eu infelizmente ainda não tive a oportunidade de conhecer pessoalmente ou via internet o duo Rockeed, mas vou correr atrás pra conhecer mais sobre o trabalho deles e trocar novas idéias.
Conheci a faixa pela UC Music, que é gravadora deles e já lançou EPs meus.

Mais infos do Rockeed: http://www.myspace.com/rockeedrecords
Quem conhecer mais projetos nacionais de qualidade, pode ficar a vontade pra postar nos comentários.
Viva a emusic nacional!
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Categoria: Polêmica, Tracks e Remixes, Vídeos
Tags: ctrl alt del, emusic, minimal, nacional, rockeed, vocal portugues.
Acabei de inaugurar o fórum do site, com diversos espaços para postar suas tracks, receber feedback, anunciar venda de equipamentos, discutir assuntos diversos, e também em breve vou usá-lo como forma de inscrição de tracks para remix contests, seleção para compilações e etc.
URL: www.felippesenne.com/forum
O fórum é aberto para visitantes, mas parar criar tópicos e/ou postar você precisa se cadastrar. Porém como é meio chato esse lance de cadastro, você só precisa preenchê-lo com seu nome e email!
Para se cadastrar é só clicar em REGISTER lá em cima das tabelas do Fórum, preencher seu nome de usuário e email, conferir sua Caixa de Entrada para pegar sua senha gerada automaticamente. Depois é só se logar com essa senha.
(IMPORTANTE) Se você não receber a mensagem em sua Caixa de Entrada do seu email, confira na caixa de SPAM (Lixo Eletrônico), pois emails geralmente acabam caindo neste local. Não esqueça de marcar o email como “Não é lixo eletrônico”.
Se você quiser mudar sua senha ou atualizar seu perfil, basta clicar em PROFILE, também no topo das tabelas do fórum.
(DICA) Para postar tracks upadas no Soundcloud, basta usar as tags abaixo antes e depois da URL da track:
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Se tiver alguma dúvida sobre a utilização do fórum, deixe uma pergunta no meu Formspring: www.formspring.me/felippesenne
Conto com a participação de todos, clique aqui para conhecer o fórum.
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Tags: blog, felippe senne, Fórum, site.
Pois é, ao invés de nós brasileiros estarmos usando a nossa música pra agitar o mundo, são os gringos que estão fazendo isso.

A track #1 de hoje (26 de fevereiro de 2010) no Beatport é uma música brasileira recriada em versão House, e o mais impressionante: produzida por um alemão e remixada por um italiano!
Ao invés de nós brasileiros “atacarmos” o mercado internacional da dance music usando nosso sangue latino, alto astral e swing, nós estamos fazendo o contrário: simplesmente copiando os gringos, perdendo tempo discutindo besteiras ou metendo o pau no Jesus Luz, que na minha opinião faz mais pelo Brasil do que os DJs invejosos que o criticam.
Temos que valorizar nossa cultura e criar movimentos brasileiros dentro da dance music, no mundo inteiro é assim!
Alguns exemplos recentes de movimentos regionais: dutch house, Swedish House Mafia, tech house com influências latinas, o trance europeu, psy trance de Israel… além dos clássicos Detroit Techno e Chicago House.
E o Brazilian House? A Máfia Brasileira do Techno?
Vamos nos mexer galera: nós temos tantas influências boas pra usar, pra que nos limitarmos a sempre estar um passo atrás dos gringos copiando o que eles fazem?
O cúmulo pra mim é um brasileiro querer produzir minimal techno! Com todo respeito com a galera que curte e investe no gênero, mas esse estilo não tem nada a ver com uma pessoa que vive no Brasil: um país que tem um povo feliz e festeiro, mulheres bonitas, beleza natural, palco do Carnaval, que é a maior festa popular do mundo…
Sei que tem muita gente contribuindo pra mudar isso, como a galera do de Curitiba do Tribo Brazil, o produtor Joe K e uma galera de Sampa que agita produções nacionais, mas na minha opinião todo produtor nacional deve ser obrigar a olhar pra música brasileira como inspiração.
Renato Cohen estourou no mundo com a faixa “Pontapé”: techno de qualidade, com nome em português e tempero brasileiro!
E a galera do drum’n'bass? Marky e Patife se tornaram lendas mundiais recriando versões eletrônicas do nosso samba-rock!
Nosso lendário DJ Memê fez inúmeros remixes de artistas brasileiros e todo ano faz tours na Europa.
Se continuarmos a fazer dance music sem referências nacionais vamos sempre estar atrás do Funk Carioca, do Sertanejo Universitário, do Pagode, do Emo Rock Nacional e de tudo mais que geralmente quem curte dance music torce o nariz, mas a verdade é que esses gêneros FALAM A MESMA LÍNGUA DO PÚBLICO, tanto na língua portuguesa quanto no swing natural do brasileiro.
Olhe a galera do Rock Metal: o Sepultura explodiu no mundo inteiro depois de fazer um álbum com influências nacionais.
E aí, vamos agitar isso? Ou vamos deixar os gringos fazerem sucesso mundo afora com a NOSSA música? Vou bater na porta dos selos nacionais e sugerir a criação de uma compilação só com tracks com tempero nacional.
Se você concorda comigo, peço que espalhe esse post pra todos os produtores que você conheça, e também pros DJs pra começarem a abrir mais espaço pra “música eletrônica brasileira”.
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Categoria: Mercado, Polêmica
Tags: beatport, gringos, música brasileira, nacional, Remixes.